Atualização de 25 de setembro de 2026: este artigo é um registro do Claude Opus 5 tal como foi lançado em 24 de julho de 2026. Desde então, a Anthropic lançou o Claude Fable 5.1, sucessor do Fable 5 (1º de setembro), e o Claude Opus 5.5, sucessor do Opus 5 (22 de setembro). O Opus 5.5 custa menos que o Opus 5 (entrada $4 / saída $20 por MTok) e é o modelo pelo qual a Anthropic hoje recomenda começar na maioria dos casos. O Opus 5 continua disponível na API como modelo legado (Legacy). Do lado da OpenAI, o GPT-5.6 Sol usado na comparação foi seguido pelo GPT-6 Astra (3 de setembro). Expressões como "topo de linha", assim como as comparações de preço e os valores de benchmark, referem-se ao momento em que o texto foi escrito.
Índice
- 1. O essencial do Opus 5: desempenho, preço e riscos da migração
- 2. Especificações principais e onde usar
- 3. Preço — sem mudança e metade do Fable 5
- 4. Benchmarks em detalhe
- 5. Onde ele ainda perde
- 6. Duas breaking changes (thinking ligado, limites de effort)
- 7. Como escolher entre os cinco níveis de effort
- 8. Outras novidades
- 9. Uma personalidade diferente e ajustes de prompt
- 10. Quem deve migrar agora
- Resumo
- FAQ
Em 24 de julho de 2026, a Anthropic lançou o Claude Opus 5. Ele chega cerca de dois meses depois do Opus 4.8, e o número de versão salta uma geração inteira, de 4.8 para 5. A própria documentação da Anthropic o descreve como uma mudança de patamar, e não uma melhoria incremental sobre o Opus 4.8.
Aqui vai a versão curta. O preço não muda ($5 de entrada / $25 de saída por milhão de tokens) e, mesmo assim, em benchmarks agênticos ele empata ou supera o carro-chefe Claude Fable 5 — que custa $10 / $50, ou seja, o Opus 5 entrega esse trabalho pela metade do preço. Por outro lado, a API traz duas breaking changes, e um código migrado sem ajustes pode bater em erros 400 ou ter a saída truncada. Este artigo confronta o anúncio oficial e a documentação com várias reportagens e organiza desempenho, preço e as armadilhas da migração do ponto de vista de quem coloca isso em produção.
Correção em 22 de setembro de 2026: na seção 4, apresentávamos os números de benchmark como valores que a imprensa leu nos gráficos. Na verdade, são os valores da tabela comparativa que a Anthropic publicou como imagem no anúncio. Corrigimos a fonte, preenchemos as células que tinham ficado vazias e acrescentamos que, na tabela da OpenAI, o Opus 5 fica à frente do GPT-5.6 Sol no DeepSWE v1.1.
Mesmo preço, um salto claro
— nas palavras da Anthropic: desempenho de fronteira pela metade do preço do Fable 5
1. O essencial do Opus 5: desempenho, preço e riscos da migração
Ganhos grandes em programação agêntica, uso do computador e tarefas longas. No benchmark agêntico de terminal Frontier-Bench v0.1, a Anthropic afirma que ele pontua mais que o dobro do Opus 4.8 — com um custo por tarefa menor.
Sem aumento. $5 de entrada / $25 de saída por milhão de tokens, idêntico ao Opus 4.8 — e exatamente a metade do carro-chefe Fable 5 ($10 / $50).
O thinking agora vem ligado por padrão e só é possível desligá-lo com effort em high ou abaixo. Qualquer chamada com max_tokens apertado pode ser cortada no meio da resposta.
Em uma frase: o Opus 5 faz quase o trabalho do Fable 5 pelo preço do Opus 4.8. O que também vale ao contrário — quando você precisa da capacidade máxima bruta, o Fable 5 e o Mythos 5 continuam tendo seu lugar (veja as derrotas mais abaixo).
2. Especificações principais e onde usar
Comece pelos números. Estas são as especificações de destaque, segundo a lista oficial de modelos da Anthropic.
| Item | Claude Opus 5 | Claude Opus 4.8 (anterior) | Claude Fable 5 (carro-chefe) |
|---|---|---|---|
| ID do modelo na API | claude-opus-5 |
claude-opus-4-8 |
claude-fable-5 |
| Preço (entrada / saída) | $5 / $25 | $5 / $25 | $10 / $50 |
| Janela de contexto | 1M tokens (padrão e máximo) | 1M tokens | 1M tokens |
| Saída máxima | 128K tokens | 128K tokens | 128K tokens |
| Corte de conhecimento confiável | Maio de 2026 | Janeiro de 2026 | Janeiro de 2026 |
| Thinking | Ligado por padrão | Desligado por padrão (opt-in) | Sempre ligado (não dá para desativar) |
| Níveis de effort | low / medium / high / xhigh / max | low / medium / high / xhigh / max | low / medium / high / xhigh / max |
Fonte: Anthropic, "Models overview" e "What's new in Claude Opus 5" (dados de julho de 2026)
A linha que quase todo mundo pula, mas que se sente no dia a dia, é o avanço do corte de conhecimento. Opus 4.8 e Fable 5 param em janeiro de 2026; o Opus 5 chega a maio de 2026. São vários meses a mais de versões de bibliotecas e mudanças recentes de especificação que ele responde de cabeça. Ainda assim, ele continua não sabendo o que é "hoje" — nunca deixe que afirme fatos atuais ou mudanças recentes de preço sem uma busca na web.
Onde você pode executá-lo
Claude API (claude-opus-5), Amazon Bedrock (anthropic.claude-opus-5), Google Cloud e Microsoft Foundry. O Opus 4.8 continua disponível.
claude.ai, Claude Code e Claude Cowork. É o modelo padrão no plano Max e o modelo mais avançado selecionável no Pro.
A variante de alta velocidade é uma prévia de pesquisa e roda somente na Claude API. Hoje não está disponível no Bedrock, no Google Cloud nem no Microsoft Foundry.
3. Preço — sem mudança e metade do Fable 5
O fato mais prático deste lançamento é que a capacidade subiu e o preço ficou parado. A documentação da Anthropic afirma o preço sem rodeios: "$5 por milhão de tokens de entrada e $25 por milhão de tokens de saída, sem alteração em relação ao Claude Opus 4.8".
Preço por milhão de tokens (Claude API)
Fonte: Anthropic, "What's new in Claude Opus 5" e "Pricing" (julho de 2026). As taxas de cache seguem os multiplicadores oficiais (escrita 1,25x e 2x, leitura 0,1x)
O ponto que vale internalizar é que preço por token e custo por tarefa são coisas diferentes. No material sobre o Opus 5, a Anthropic começa por gráficos de custo por tarefa, não de preço unitário. No benchmark de uso do computador OSWorld 2.0, por exemplo, o anúncio oficial diz que ele supera a melhor pontuação do Fable 5 por cerca de um terço do custo. Metade do preço unitário somada a menos passos desperdiçados vira uma diferença bem maior no mundo real.
Uma ressalva: como o thinking agora vem ligado por padrão, o mesmo prompt pode gerar mais tokens de saída e custar mais. Se você rodava algo barato no Opus 4.8 com o thinking desligado e simplesmente trocar o ID do modelo, a conta pode subir. Meça o usage de verdade depois de migrar.
4. Benchmarks em detalhe
O anúncio da Anthropic expressa as comparações no texto em termos relativos — "mais que o dobro", "dentro de 0,5%" — e reúne os números concretos em uma tabela comparativa publicada como imagem. Por isso este artigo separa as comparações que a Anthropic afirma no próprio texto dos números dessa tabela.
4-1. Comparações afirmadas diretamente pela Anthropic
Trabalho agêntico de terminal e programação. Supera todos os outros modelos testados e chega a mais que o dobro do Opus 4.8, com custo por tarefa menor.
Com effort em max, fica dentro de 0,5% da melhor pontuação do Fable 5, por aproximadamente metade do custo.
Mede a resolução de problemas genuinamente inéditos, e nele o modelo pontua três vezes mais que o segundo colocado.
Uso do computador. Lidera os concorrentes em todas as faixas de preço e supera a melhor pontuação do Fable 5 por cerca de um terço do custo.
A custo equivalente, cerca de 1,5x a taxa de sucesso do segundo colocado. A Anthropic diz que até o nível mais baixo de effort supera o melhor resultado dos modelos concorrentes.
À frente do Opus 4.8 em todas as avaliações acompanhadas pela Anthropic, com química orgânica melhorando mais de 10 pontos (ler estruturas a partir de dados espectrais, por exemplo).
4-2. Números da tabela comparativa da Anthropic
Os valores abaixo vêm da tabela comparativa que o anúncio da Anthropic (24 de julho de 2026) publica como imagem; o the decoder e o tech-ish relataram os mesmos números no mesmo dia. A tabela tem quatro colunas — Opus 5, Fable 5, Opus 4.8 e GPT-5.6 Sol — e não traz nenhuma nota sobre quem mediu os valores do GPT-5.6 Sol nem com quais configurações.
| Benchmark | Opus 5 | Fable 5 | GPT-5.6 Sol | Opus 4.8 |
|---|---|---|---|---|
| Frontier-Bench v0.1 Trabalho agêntico de terminal |
43,3% | 33,7% | 34,4% | 21,1% |
| ARC-AGI-3 Resolução de problemas inéditos |
30,2% | — | 7,8% | 1,5% |
| GDPval-AA v2 (Elo) Trabalho intelectual do mundo real |
1.861 | 1.747 | 1.736 | 1.593 |
| OSWorld 2.0 Agentes que usam o computador |
70,6% | 66,1% | 62,6% | 55,7% |
| DeepSWE v1.1 Programação agêntica |
68,8% | 69,7% | 72,7% | 59,0% |
Fonte: tabela comparativa de "Introducing Claude Opus 5", da Anthropic (imagem, 24 de julho de 2026), conferida na imagem em 22 de setembro de 2026.
O padrão não é nada sutil. Quanto mais tempo o modelo trabalha por conta própria, maior a diferença — terminal, uso do computador, automação de processos, problemas inéditos. Já no benchmark de programação agêntica DeepSWE v1.1, esta tabela coloca o GPT-5.6 Sol (72,7%) à frente do Opus 5 (68,8%). A comparação da geração anterior está na nossa comparação GPT-5.6 Sol vs Opus 4.8.
O mesmo teste, outra tabela, outra ordem: na tabela que a OpenAI publicou com o anúncio do GPT-6 Astra em 3 de setembro de 2026, o Opus 5 marca 73,7% no DeepSWE v1.1, à frente do GPT-5.6 Sol (72,7%) na mesma tabela. Essa tabela não informa quem mediu os valores do Claude nem com quais configurações. Na tabela da Anthropic, o Sol fica à frente; na da OpenAI, o Opus 5. Pegando números de tabelas diferentes, dá para sustentar qualquer uma das conclusões — compare apenas valores de uma mesma tabela.
5. Onde ele ainda perde
Textos de lançamento costumam listar só as vitórias, então vamos fazer o contrário de propósito. Abaixo estão as fraquezas que a própria Anthropic reconhece no anúncio, mais os pontos em que o Opus 5 fica atrás na tabela e nos gráficos dela.
Ele reduziu a distância para o Mythos 5 na identificação de vulnerabilidades, mas a Anthropic afirma com todas as letras que ele está muito atrás na escrita de exploits. O modelo dedicado à defesa continua sendo a linha Mythos.
As ciências da vida melhoraram em toda a linha, mas a documentação registra que ele ainda fica atrás do Mythos 5 em pesquisa biológica autônoma de longa duração.
Na tabela da Anthropic, ele marca 68,8% no DeepSWE v1.1, atrás do GPT-5.6 Sol (72,7%) e do Fable 5 (69,7%) (na tabela da OpenAI, 73,7%, à frente do Sol). No Humanity's Last Exam sem ferramentas também é praticamente empate: 56,3% contra 56,5% do Fable 5.
Nos gráficos por nível de effort do anúncio da Anthropic, o max pontua abaixo do xhigh, o nível imediatamente inferior, tanto no Frontier-Bench quanto no Coding Agent Index (Artificial Analysis) — o the decoder também apontou isso. Gastar mais nem sempre compra mais.
O que isso significa na prática: deixar o effort em max por padrão pode aumentar a conta e baixar a pontuação. A própria documentação sugere começar em high ou xhigh e testar descendo até medium no seu próprio conjunto de avaliação. Trate o effort como algo que se ajusta, não como uma constante definida uma vez só.
6. Duas breaking changes (thinking ligado, limites de effort)
Se você chama a API diretamente, esta é a seção que não dá para pular. Os dois itens que a Anthropic lista como "mudanças de comportamento" podem quebrar seu código se ele for migrado sem alterações.
Mudança 1: o thinking vem ligado por padrão
No Opus 4.8, omitir thinking significava rodar sem raciocínio estendido. No Opus 5, omitir significa que o thinking roda — exatamente o mesmo comportamento de escrever thinking: {"type": "adaptive"}.
# O mesmo código que rodava sem thinking no Opus 4.8... client.messages.create( model="claude-opus-5", max_tokens=1024, # agora limita thinking + resposta juntos messages=[...], ) # No Opus 5 ele pensa primeiro, então a resposta pode ser cortada
O max_tokens é um teto para os tokens de thinking somados ao texto da resposta. Qualquer chamada que dimensionou o max_tokens justo em torno do tamanho esperado da resposta vai ver esse orçamento ser consumido pelo raciocínio e acabar truncada. Ao migrar, você precisa escolher entre desligar o thinking explicitamente ou dar mais folga ao max_tokens.
Mudança 2: o thinking só pode ser desligado com effort high ou abaixo
E essa opção de "desligar" agora vem com um limite. Combinar thinking: {"type": "disabled"} com effort xhigh ou max devolve um erro 400. Como a verificação acontece por requisição, um código que eleva o effort no meio do caminho falha da pior forma: funciona no começo e, de repente, passa a dar erro.
Thinking desligado + effort low/medium/high
Thinking desligado + effort xhigh/max
Deixe o thinking ligado e baixe o effort para controlar o custo
A Anthropic vai além e documenta o que dá errado quando você realmente roda com o thinking desligado. Sem o raciocínio, o Opus 5 às vezes escreve as chamadas de ferramenta como texto do corpo da resposta — ou seja, a ferramenta nunca é executada, embora o turno pareça bem-sucedido — e pode vazar tags XML internas na saída. Se você está construindo agentes, manter o thinking ligado e baixar o effort é o caminho mais seguro.
7. Como escolher entre os cinco níveis de effort
O Opus 5 suporta os cinco níveis, low / medium / high / xhigh / max, e o padrão tanto na API quanto no Claude Code é high. Para o lado das configurações no Claude Code, veja nosso guia da configuração de effort.
| Effort | Indicado para | Observações |
|---|---|---|
| low / medium | Processamento rotineiro, classificação, subagentes operacionais, caminhos sensíveis à latência | É aqui que a Anthropic reforça que "o Opus 5 continua forte mesmo com effort baixo". Vale testar primeiro |
| high (padrão) | Trabalho geral que exige inteligência de verdade | A escolha segura na dúvida. O ponto de equilíbrio entre qualidade e custo |
| xhigh | O ponto de partida recomendado para programação e cargas agênticas | Dê bastante folga ao max_tokens (comece por volta de 64K tokens) |
| max | Problemas difíceis em que acertar importa mais do que a fatura | O raciocínio mais profundo, mas nem sempre o melhor resultado (veja a seção 5) |
8. Outras novidades
Alterar a lista de ferramentas durante a conversa invalidava todo o cache do prompt. O Opus 5 permite adicionar ou remover ferramentas preservando o cache (cabeçalho beta mid-conversation-tool-changes-2026-07-01). Isso pesa no custo de agentes de execução longa.
O tamanho mínimo de prompt para usar cache cai de 1.024 para 512 tokens. Prompts curtos demais para caber no cache do Opus 4.8 passam a ser cacheáveis sem nenhuma mudança de código.
Quando uma requisição é recusada pelos filtros de segurança, em vez de você mesmo listar modelos alternativos, dá para deixar o roteamento recomendado da Anthropic ser aplicado automaticamente (cabeçalho beta server-side-fallback-2026-07-01).
Uma prévia de pesquisa que entrega cerca de 2,5x a velocidade de saída pelo dobro do preço. Somente na Claude API — não está disponível no Bedrock, no Google Cloud nem no Microsoft Foundry.
9. Uma personalidade diferente e ajustes de prompt
Você provavelmente vai perceber isso antes de perceber qualquer benchmark. A documentação lista quatro mudanças de comportamento que aparecem sem você tocar em uma linha de código.
| Mudança | O que fazer |
|---|---|
| Respostas e artefatos ficam mais longos Respostas ao usuário e arquivos Markdown que ele escreve |
Peça concisão de forma explícita. Baixar o effort não encurta o texto, então isso tem que vir do prompt |
| Ele narra mais o que está fazendo | Apague andaimes antigos do tipo "resuma o progresso a cada N passos". Se continuar ruidoso, peça que fique em silêncio entre as chamadas de ferramenta por padrão |
| Ele delega para subagentes com facilidade O Opus 4.8 era relutante |
Remova os empurrões de "delegue mais" que você escreveu para o 4.8. Limite o paralelismo explicitamente para o custo não disparar |
| Ele verifica o próprio trabalho sem ser pedido | "Adicione uma etapa de verificação no final" e "peça a um subagente que verifique" agora causam verificação em excesso — apague isso (a Anthropic diz isso explicitamente) |
Migrar é subtrair, não somar. O texto de prompt que você acrescentou para compensar as fraquezas de um modelo mais antigo — empurrar para verificar, empurrar para delegar, forçar relatórios de progresso — vira efeito colateral no Opus 5. Tire tudo isso primeiro, observe o comportamento cru e só então recoloque o que fizer falta.
10. Quem deve migrar agora
- Você roda agentes de programação de longa duração
- Você está construindo agentes de uso do computador ou de automação de processos
- Você está no Fable 5 e o custo dói (desempenho parecido pela metade do preço)
- Você ainda está no Opus 4.8 (claramente melhor pelo mesmo preço)
- Tarefas rotineiras rodando barato com thinking desligado e
max_tokensbaixo - Etapas seguintes que dependem do tamanho ou do estilo da saída
- Prompts recheados de instruções de verificação e de delegação
- Sua programação já funciona bem com o GPT-5.6 Sol (a ordem no DeepSWE v1.1 se inverte conforme a tabela)
- Você depende do modo rápido via Bedrock e afins
- Testes de segurança ofensiva ou pesquisa biológica de longo prazo (o Mythos lidera)
Passos da migração (para quem usa a API)
- Troque o ID do modelo de
claude-opus-4-8paraclaude-opus-5 - Encontre todos os pontos em que você desativa o thinking (
thinking: disabled); com effort em xhigh ou max isso agora é um erro 400, então baixe o effort ou volte a ligar o thinking - Revise o
max_tokensem todo lugar onde você não definethinking(dê folga para os tokens de raciocínio) - Apague dos seus prompts os empurrões de verificação, de delegação e os relatórios de progresso forçados
- Acrescente uma instrução para ser conciso e refaça a linha de base de custo medindo o
usagede verdade - Varra o effort entre
medium/high/xhighe escolha o ponto ideal no seu próprio conjunto de avaliação
Resumo
O Claude Opus 5 é o tipo de lançamento que o usuário pode simplesmente aproveitar: um salto claro pelo mesmo preço. A diferença é maior em agentes que trabalham de forma autônoma por longos períodos, e a Anthropic usa o custo por tarefa como argumento principal — desempenho de fronteira pela metade do preço do Fable 5.
Ao mesmo tempo, a API tem duas mudanças que você não pode ignorar (thinking ligado por padrão; thinking só pode ser desativado com effort high ou abaixo). E a chave para migrar bem é que você remove texto do prompt em vez de acrescentar. As instruções escritas para remendar os pontos fracos de um modelo antigo são justamente o que deixa o Opus 5 prolixo e cauteloso demais.
Por fim, lembre-se de que um número de benchmark é apenas o valor medido naquela tarefa. No DeepSWE, a ordem entre o Opus 5 e o GPT-5.6 Sol se inverte conforme a tabela consultada, e há situações em que o effort max não é a melhor escolha. Meça de novo na sua própria carga de trabalho — no fim das contas, esse é o único número que resolve alguma coisa.
FAQ
P. O Opus 5 é mais caro que o Opus 4.8?
R. O preço por token é idêntico ($5 de entrada / $25 de saída por milhão de tokens). Mas, como o thinking vem ligado por padrão, os tokens de saída podem aumentar, então a sua conta real pode subir. Meça o usage depois de migrar.
P. Devo usar o Fable 5 ou o Opus 5?
R. Por custo-benefício, o Opus 5 — metade do preço unitário e à frente em muitos benchmarks agênticos. Para o raciocínio mais difícil e pesquisa de longo prazo, o Fable 5 ainda lidera. O critério do nosso guia Fable 5 vs Opus se aplica diretamente.
P. Dá para usar no plano gratuito?
R. O Opus 5 é o modelo padrão no plano Max e o modelo mais avançado selecionável no Pro. A estrutura dos planos muda, então confira a disponibilidade atual na página de preços da Anthropic.
P. Migrei e agora recebo um erro 400.
R. Verifique primeiro se você está enviando thinking: {"type": "disabled"} junto com effort xhigh ou max. O Opus 5 rejeita essa combinação. Baixe o effort para high ou menos, ou remova o parâmetro thinking (voltando ao padrão, ligado).
P. As respostas estão longas demais. Baixar o effort encurta?
R. Não. O effort controla principalmente a profundidade do raciocínio; ele não reduz de forma confiável a saída entregue ao usuário. A correção certa é pedir concisão explicitamente no prompt.
Observação: os números deste artigo vêm do anúncio da Anthropic "Introducing Claude Opus 5" (os benchmarks, da tabela comparativa e dos gráficos por nível de effort publicados como imagem nessa página), da documentação oficial "What's new in Claude Opus 5" e "Models overview", das reportagens do the decoder e do tech-ish, que publicaram os mesmos números (todos de 24 de julho de 2026), e do anúncio do GPT-6 Astra da OpenAI (3 de setembro de 2026). Os valores da tabela comparativa foram conferidos na imagem em 22 de setembro de 2026. Especificações e preços podem mudar; confirme qualquer decisão importante na documentação oficial.
Relacionado: guia de lançamento do GPT-6 Astra, O pensamento adaptativo do Claude.