O que é Spec-Driven Development (SDD)? Os quatro passos, as ferramentas e a diferença para o vibe coding
Numa era em que a IA escreve o código, a habilidade de maior valor está migrando de "escrever código" para "escrever a especificação" — e a prática que captura isso é o spec-driven development (SDD). O SDD coloca a especificação no centro do projeto como fonte da verdade, e um agente de IA deriva dela o design, a divisão em tarefas e a implementação, em vez de codificar imediatamente. O ponto-chave é que cada passo deixa um documento (muitas vezes em Markdown) que o passo seguinte lê. Este guia para iniciantes cobre o que é o SDD (a especificação é canônica; o código é um derivado), por que importa agora (previne o "muro dos três meses" de dívida técnica e desvio de requisitos do vibe coding já na fase de design — o GitHub relata cerca de uma ordem de magnitude menos ciclos de "regerar do zero"), os quatro passos básicos (Specify → Plan → Tasks → Implement), as principais ferramentas (GitHub Spec Kit, com mais de 90.000 estrelas e mais de 30 agentes suportados, AWS Kiro, com o fluxo Requirements → Design → Tasks e o roteador Auto, além de BMAD, OpenSpec, Tessl, Google Antigravity e Cursor), quando usá-lo em vez do vibe coding (um híbrido: vibe para explorar, spec-driven para entregar, com revisão humana obrigatória) e como experimentar hoje mesmo. Na era da IA, quem se destaca são os que conseguem definir com precisão o que construir, não os que escrevem código mais rápido.